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3  AMERICAS   BY   BICYCLE

MES VOYAGES AUX TROIS AMERIQUES EN VELO

MACAPA ATE OIAPOQUE

De Macapa ate Oiapoque

1 - Cheguei as 17 h ao porto de Santana, ja tarde, entao decidi ficar ca para dormir; fui a ver os postos de gazolina, mas nao tem lugar; entao achei um hotel perto da saida, 500m antes do posto na travesia, 3 km do porto; os hoteis no centro estao ruim demais; logo tem 2 parques de esporte abertos, mas Santana e bem pobre, entao nao e nada seguro;

2 - De Santana ate Macapa so sao casas e empresas. Macapa mesmo e muito comprido, tem que chegar beira mar, e logo seguir. Na primera rotonda beira mar tem panificadora e supermercado. Ca fiz compras para uns dias, porque as cidades seguintes estao embora da rodovia. Mais longe tem outro supermercado. Ao km 30 tem os bombeiros, na saida de Macapa, e um posto com lugar, e 5km mais longe outro posto com lugar.

Logo a rodovia entra no campo cerrado com granjas e fazendas, espalhadas ate o trevo km 80. Ao km 50 tem merceria e ao km 70 tem merceria e restaurante. Logo do trevo vem a plantaçao de eucaliptos, nao tem mais nada outro ate o Porto Grande.

Ao km 110 (km 291 da estrada) tem uma fazenda e 100m mais uma casa abandonada. Eu virei ca para ver o que e, fue muito bom, 100m a dentro da selva, tem o dormitorio dos trabalhadores da estrada, fiquei com eles, cafe, dominos, cena, e casa. Poes tive que armar a baraquinha a dentro, pelos mosquitos.

3 -Ate Porto Grande tem os eucaliptos. Aparte do dormitorio, so tem casas km 309. a rodovia e em bom estado, com acostamento, bem asfaltada, e com pouco trafego, e com ondulaçoes leves.

o trevo ate Porto Grande, esta ao km 315, e tem 3 restaurante e um posto de gazolina.

Logo sao 5 km mais de eucaliptos e se acaba. Volta o campo cerrado, vem morros e subeis compridas e fortes, calor e humedad. Estou cansado e sempre com sede. So tem unas fazendas km 332, km 336, e km 340.

Logo vem o trevo para Ferreira, mas ca nao tem nada. Ferrera parece bonito com o balneiario perto do rio. Tem um retaurante logo da ponte km 346 onde almocei. o rio e bem largo, com rocas e rodado de arvores.

Logo tem um pouco de selva e regressa o cerrado e morros. Fiz 25 km mais, e so tem um restaurante km 356. e achei o dormitorio de uma mina em construçao na izquerda, ao momento que peguei a chuva. Ducha, casa, colchoi e jantar. Pela manhana me invitan a conhecer a fonte de agua pura e o projeito de aldeia. Ao começo fue bom, mas o 4*4 fico bloqueado no barro, e regresse sozinho no dormitorio. Aguardei uma hora, e sai.

4 - poes segue o campo cerrado e dizer pastos com pequenos arvores espalhados com o solo de pedritas roxas, e bosques de selva quando tem agua no solo. Tem casas ao km 16 e 37, aldeia com merceria e rio km 50. Logo vem a vista de morros cobertos de selva mais altos, e vem muitas curvas para passar ao pe dos morros. A meio dia peguei a chuva e fiquei na paragem de onibus, almocei e compartei o que tenia com outro senhor aguardando o onibus. Logo vinha outra chuva e parei na granja, a mulher me do cafe a vontade. km 70 tem a cidade de Tartaguzinho, com todo, mas bem triste como sempre. Fize 10 km mais e achei uma villa, na entrada uma mulher me invito na casa de sua familia, jantar, cafe, cafe da manha, casa, e charla, ainda muito bom.

5- A rodovia segue com pouco trafego e quase plana. Sai um pouco tarde, o tempo de saludar a familia. Segue o campo de cerrado com bosques de selva, e rios com rocas. Tem aldeias com merceiria km 10-20-30. Logo so vem casas km 55-60-65-77. Nas entrada para Amapa, km 49 e 72 (502-523 da estrada) nao tem nada, e Amapa esta a 15 km pela estrada de chao. Tinha bastante vento do NE, meio em contra e sol. Achei uma aldeia km 85 com ao fim merceria pequena e pousada, e escola em construcao onde dormi. Estou a 45 km de Calçoene e 265 km de Oyapoque.

6 - Ate Calçaone segue a mesma paisagem de cerrado e bosques de selva, palmares tambem , com ondulaçoes leves. Sai ceido, quando ainda faz fresco e sem vento, demorou 2h30 para chegar a Calçoene, que esta embora da estrada. Ao trevo tem posto de gasolina e 2 restaurantes . No caminho tem uma aldeia com escola km 10 e casa km 30 e 37.

Logo vem a estrada de chao, lisso e firmo, largo, em bom estado. Tem 10 km com ondulacoes, e vem os morros, subeis cortas, 400m, muto ingreme, 10%, e desceda igual rapida demais e corta. Cada morro faz 1 km. Passa na selva, e so tem uma casa km 60. km 84 tem o trevo ate Sao Laurenco, e tem um restaurante, tudo dobro preco, onde almocei. Segui 13 km mais e achei uma granja para dormir, en punto antes da chuva. Ainda sao os mesmos morros, a mesma estrada, e pouco liso.

7 - Hoje segue a estrada pela selva, so arvores, com os mesmos morros cortos e ingreme, tudo o dia. A metade das subeis fiz empurrando a bici. E muito eforço cansativo. Choveu toda a tarde e noite passada. E tinha 2 chuvas fortes e chuvinha tudo o dia. A estrada vira em pequenos rios, possos com agua, o liso esta levado embora da estrada pela agua, e so ficam as pedrinhas. Volta impossivel descer com pressa, e glissante e nao mais lisso. Entao nao tem pressa para subir, e tudo de força. Ademais o chao cola mais. Mas ainda passo.

km 6 tem um a casa, e km 18 villa Carnot com restaurantes, ruas asfaltadas, lojas, onde tomei cafe da manha. A gente me esparava com rissa. Logo os morros sao piores ainda. Aos km 38 e 45 tem casas. km 50 tem 3 casas e um restaurante, se chama Cassipore, onde almocei. O dono me invito a ficar para dormir mas estava ceido, entao segui. Logo e um pouco mais plano, menos lomas e menos ingreme durante 12 km. Tem outra villa com restaurante e lojas, e la ultima ate Oyapoque, atençao ca tem que fazer compras, o que nao fiz, porque logo não tem nada, nem café, nem restaurantes, nem lojas, ate Oiapoque. Tem o dormitorio dos trabalhadores da estrada onde dormi. Ficam 110 km de lomas, com 50 km de asfalto ate Oiapoque.

8 – Poes seguem as lomas ingreme pela selva. Durante 20 km as lomas são arrastradas, o tope e cortado, entao e mais facil, mas ainda são bem ingreme. Logo vem um plano de 7 km, e logo regressam as lomas ate Oyapoque.

Entramos na reserva de Indios, entao so tem villas e aldeias de Indios, com placas dizendo que e prohibido entrar o ficar. E por isso não tem lojas, nem bares o restaurantes ate Oyapoque. Poes para eu ciclista não penso que seja um problema. Sempre os Indios me saludavam com a mano, muito alegre de verme. Entao no lo experimentei nas villas, mas estou certo de poder dormir nas aldeias, com amistade cena e tudo de graça. Lo experimentei na granja km 66, e fui muito bem recibido, ducha, café, almoço e cena a vontade, cerveja, e charla. O único triste e que não comprendo o accento do Norte.

Tem villa km 23 - 30 – 50 – 60 . O asfalto começa km 62, mas seguem as lomas ingreme, tal vez mais largas.

9 – Sai ceido, e segui pelo asfalto ate Oyapoque. A estrada segue igual de lomas pela selva, com unas aldeias de Indios. Tem um posto de policia 10 km antes de Oyapoque, e logo começa o cerrado e pastos.

3 km antes do centro de Oyapoque começa a suburba. Ao primeiro posto, cerrado, virei na direita, no caminho de terra, ate villa Santa Lucia, onde me esperava Laurent, um contacto CS. Cheguei na sua casita muito sujo. Todas as roupas estavam grises e cobertas de terra roxa, e tambem a bicicleta e as alforjas. Tinha barba de 10 dias, cara muita cansada, pelo sujo e mao penado, zapatos com cortadas, roupas usadas ate ver a pel. Mas a gente ficava muito amable comigo, muito admirando o eforço de venir de Macapa de bici. Poes cheguei em punto pelo almoço, perfeito. Ele mora pertissimo da aldeia e do rio, num parque privado com casitas de madeira, alugadas a profesores franceses que trabalham não frente, do outro lado do rio, a Saint Georges, França.

10 – Oyapoque e uma cidade pequenha, com so um bairro simpatico, o centro, perto do rio.O demais são suburbas pobres e ruas de chao. Ca vivem sobretudo funcionarios, gente que trabalha com o franceses, pescadores, e gente que espara passar na França. Poes não tem nada particular, aparte do museo dos Indios, com artesana. Fui la para conhecer, fazer unas compras, e para o visado.

Fui tambem a conhecer Saint Georges, ao frente, de lancha. E mais pequeno ainda, mas e mais rico, em bom estado, casas de concreto e ruas asfaltadas. Tem umas casas antiguas de colonisacion, em madera, tambem a igreja com muitas belas pinturas no dentro da selva e os animais. Tem os indios que se embriagan tudo o dia, na praça perto do porto, e meninos brasileiros que vao estudar nas escolas francesas.

MACAPA ATE OIAPOQUE
MACAPA ATE OIAPOQUE
MACAPA ATE OIAPOQUE
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